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Efeméride – Foi há 15 anos!

Efeméride – Foi há 15 anos!

Faz hoje, dia 23 de Fevereiro de 2017, quinze anos certinhos desde aqueles noventa minutos em que o Sport Clube Beira-Mar venceu o F.C. Porto em pleno estádio das Antas, por 2-3, com dois golos de Fary e um de Cristiano!

Foi um jogo que mais do que os três pontos, valeu ao nosso clube, a possibilidade de, durante muitos anos, fazer parte de uma história incrível: ter sido um dos pontos de uma reta que durou 9 anos a chegar à outra ponta, ou seja, o recorde de invencibilidade caseira de José Mourinho, feito que lhe valeu um lugar no livro do Guiness!

De um lado José Mourinho, com um lote de jogadores que nos dois anos seguintes iriam conquistar, em primeiro lugar a Liga Europa, e depois a Liga dos Campeões, para além de um domínio interno avassalador. Do outro António Sousa e os seus bravos guerreiros, com uma equipa composta por valores inigualáveis.

Eis a ficha de jogo:

FC Porto: Vítor Baía, Ibarra, Jorge Andrade, Ricardo Carvalho (Paulo Costa, 54m), Mário Silva, Paredes, Alenitchev (Postiga, 45m), Deco, Cândido Costa, Clayton (Costinha, 54m) e Benni McCarthy. Treinador: José Mourinho.

Beira-Mar: Nuno Santos, Jorge Neves, Lobão, Vítor Silva, Cristiano, Marcelinho, Juninho Petrolina, Bruno Ribeiro (Geraldo, 72m), Levato (Areias, 89m), Gamboa e Rui Dolores (Fary, 45m). Treinador: António Sousa.

Marcadores: Cristiano (27m), McCarthy (45m), Fary (51 e 85m), Paredes (81m).

Titular no jogo e marcador de um dos golos auri-negros, Cristiano Roland, hoje coordenador e responsável da Academia de Futebol de 7 do Sport Clube Beira-Mar, relembra o jogo com um misto de emoções: “quinze anos já?”, diz sorrindo, apressando-se depois, a contar, na primeira pessoa, todas as vivências dessa partida histórica.

“O nosso primeiro golo, que sou eu que faço de livre, deu-nos moral acrescida, não só por estarmos em vantagem mas também porque a falta deu na expulsão do Jorge Andrade. Para nós foi a melhor forma de entrar no jogo. É lógico que era contra o Porto e nas Antas e nada estava resolvido, mas ficámos mais moralizados. Eles empataram por duas vezes, mas o Fary marcou outras tantas e nós vencemos. Foi muito bom, até porque depois a história veio a confirmar a qualidade da equipa do Porto e do treinador do Porto e o tempo que demorou a perder de novo em casa”.